Foco: qual a importância dele?

A palavra foco é muito comentada, está presente em diferentes títulos de livros de grandes autores e é objeto de estudo e pesquisa de muitos acadêmicos ao redor do mundo; mas, o que, na prática, devemos trabalhar em nós para ter este foco tão desejado? Vamos conversar um pouco sobre isso.

Toda vez que penso nesta palavra me vem à mente um episódio que vivi na adolescência… 

“Você voou, voou, voou, mas não pousou onde eu queria!”

Foi justamente esta a frase usada por um antigo Professor meu ao avaliar uma redação que lhe entreguei em meus tempos de adolescência. Engraçado que o nome do Professor nem me recordo mais; no entanto, a frase escrita (não sei com qual objetivo) marcou minha vida. 

Lições aprendidas…

O que aquele professor me disse, felizmente, marcou minha história de forma positiva, pois a usei como combustível para mudar e melhorar minhas redações.

Fui,  a duras penas, percebendo que o resultado de uma boa redação demandava boas leituras, disciplina de estudo e, principalmente, saber sobre o que eu gostaria ou precisaria escrever. 

Os anos foram passando e este episódio, toda vez que me vem à lembrança, gera em mim boas reflexões e questionamentos que vão alimentando a minha vida. Pode ser assim com você também, se isso for seu desejo. 

Um passo de cada vez

Como na história da redação, foco está relacionado a saber o que se quer; ter disciplina; e, por fim, concentração. Só olhando para estas três propostas, já percebemos que há um certo nível de dificuldade aí; mas…

Vamos lá! Para vencer a primeira etapa, é preciso se conhecer, descobrir o que se deseja fazer, o que o agrada e, na contramão, o que o desagrada e, principalmente, qual a razão por que se faz, ou não, algo. 

A segunda etapa envolve trabalho duro, disciplina, transpiração em busca do que se quer. Como gosto de dizer, não se pode plantar feijão e esperar colher arroz!

E, por último, concentração, pois, neste mundo de distrações que vivemos, é fácil perder de vista o essencial. É preciso fechar os olhos para as diferentes distrações que querem nos tirar do rumo de nossos objetivos e atravessar a rua das emoções para que não nos percamos.

No meu, e no seu dia a dia, devemos nos perguntar: O que quero fazer? Por que quero fazer? Como fazer? E arregaçar as mangas. Está pronto? Vamos juntos.

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