Um sentido para a minha vida

Nosso texto de hoje deseja propor uma reflexão acerca do que fazemos, assim como sobre o motivo pelo qual o fazemos. Muitas vezes, por não nos determos nestas questões corremos o sério risco de seguirmos como alguém que, simplesmente, empurra a própria vida.

Porém, como não desejamos ser assim, o nosso assunto de hoje será, justamente, sobre isso! Não sobre empurrar a vida, mas sim, em pensarmos no que temos feito dela.

Então, diga-me, você já parou para pensar por que faz o que faz e quais as suas motivações? Se não, que tal pensarmos nisso agora?

Uma vida com sentido

Há na Psicologia um teórico (Psiquiatra e Neurologista) chamado Viktor Frankl, criador da Logoterapia, uma teoria psicológica que trabalha a busca do ser humano por sentido. Sua teoria defende a ideia de que ao encontrarmos o sentido da vida encontramos, também, uma vida mais equilibrada, mais funcional.

Uma das formas pela qual podemos encontrar sentido para nossa vida é por meio do que fazemos. Com base neste ponto, compreendo que para o bom exercício de toda e qualquer atividade, seja ela, profissional, acadêmica, afetiva, religiosa, esportiva, dentre outras, precisamos, constantemente, parar e pensar as nossas práticas e, sobretudo, motivações.

Essa é, a meu ver, uma maneira de avaliarmos nosso percurso, fazendo revisões, modificações e, quem sabe, até mesmo redirecionando nosso caminho, se necessário. Portanto, se, verdadeiramente, desejamos nos conhecer e, com isso, amadurecer não é sensato nos privarmos destes tempos de autoavaliação, concorda?

Em busca de respostas

Ao nos questionarmos conseguiremos criar condições para responder, principalmente, a nós, aquelas perguntas, inicialmente postas e a outras mais. Assim, nos permitiremos, mesmo que no cansaço e lutas próprias do caminho, buscar possíveis razões para nossas escolhas e atitudes.

Quando isso acontece, por mais que surjam dificuldades no percurso elas vão sendo superadas, com coragem, afinal de contas, estamos no nosso lugar. Do contrário, as dificuldades nos parecerão barreiras intransponíveis e tudo ficará pesado demais.

Ainda neste contexto, é interessante perceber que, até mesmo, o nosso corpo físico consegue nos dizer o quanto é importante olharmos para nossas ações. Ele nos dá pistas, por exemplo, com frequentes dores de cabeça e/ou insônias, como quem dissesse: “Ei, algo não está bem”! Portanto, se não queremos adoecer, é fundamental ouvi-lo.

Chegou a hora de olhar com coragem

Sendo assim, que tal parar um pouquinho a leitura deste texto e observar as escolhas e motivações que você encontra para fazer o que se faz, em qualquer âmbito da vida. Procure perceber como lida com as alegrias, desafios, conquistas, e expectativas decorrentes do que faz em seu cotidiano.

Para isso, proponho, abaixo, algumas perguntas que, talvez, possam ser úteis neste caminho de autoconhecimento e amadurecimento pessoal. Vamos lá?

  • Como você se vê diante das escolhas feitas: Animado e satisfeito? Com esperança? Ou frustrado? Desanimado?
  • Consegue se imaginar fazendo o que faz, daqui a dez anos? Sente-se motivado, ao pensar nesta realidade?
  • Você pode mudar algo para se sentir melhor, fazendo o que faz?

Não tenha medo de se fazer essas perguntas, nem tampouco de suas respostas, pois, quem sabe, elas poderão te recordar o motivo pelo qual faz o que faz. Ou então, te impulsionem e redirecionem para um novo caminho.

Uma vida com mais espaço

À medida que vamos pensando as nossas escolhas abrimos espaço para amá-las, ainda mais, ampliando nossas possibilidades, assim como nos permitimos repensá-las. Seja como for, o importante é não deixar de olhá-las.

Rever escolhas tomadas e fazer novas ou, então, adaptá-las a um novo contexto, mesmo que desafiador pode ser bastante positivo. Isso revela o quanto temos consciência de que estamos, constantemente, mudando, assim como o mundo à nossa volta.

O que não podemos é seguir a vida sem refletir e avaliar nossas ações, afinal de contas, não somos máquinas, muito pelo contrário, há muita vida em nós.


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